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Quem nunca viu alguém beber a mais na festa ou lotar a bolsa com bem-casado?
Conheça três tipos de convidados “perigosos” em casamentos:
 
O esponja: Na cabeça dele, o seu casamento é uma balada com open bar: bebida de graça, gente bonita e clima de paquera. Ele entorna o que estiver na bandeja do garçom, tem lugar cativo no bar de caipirinha e vai subornar algum funcionário para não dividir a garrafa de uísque com outros convidados. Se a bebida acabar, há empresas que fazem delivery nessas situações emergenciais.
Grau de Periculosidade: Baixo


A traficante de bem-casados: Esse tipo de criminosa é estrategista de mão cheia. Escolhe um modelito para o evento que combine com uma bolsa generosa (ainda que carregue apenas batom e documento) ou uma longa echarpe (mesmo no auge do verão). Ao contrário da maioria dos convidados, que come um bem-casado na festa e outro em casa, ela quer garantir a sobremesa da semana inteira e presentear os vizinhos.
Grau de Periculosidade: Baixo


 
A tia dos arranjos: Desde que sentou à mesa, ela namora o arranjo floral e especula o que será feito dele quando a festa acabar. Imagina o almoço do domingo com a sala florida e espera até o fim da festa para não ser notada ao sair com a decoração. Sorte da noiva se essa convidada tiver o bom-senso de analisar o material do suporte —vidro fininho e cerâmica bruta normalmente não são cobrados pelas floristas.
Grau de Periculosidade:  Alto



O que acharam meninas???


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Beijos



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Créditos: Folha de São Paulo / ilustração Adriana Komura