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Amor e Paixão : O que ocorre no cérebro quando estamos amando?  Costumamos fazer a associação dos sentimentos de amor e paixão com o nosso coração, no entanto, o cérebro também tem tudo a ver com aquilo que ocorre nos casais apaixonados. Para cada emoção vivida em nossa experiência algo também acontece no corpo em termos cerebrais. Como iremos ver adiante, esse órgão serve como o elo de ligação entre a mente e o corpo.

Uma boa notícia é que a ciência atualmente possui vários recursos para analisar as repercussões cerebrais dos nossos sentimentos, a exemplo dos equipamentos de ressonância magnética funcional, para citar um deles. Tanto o sentimento amoroso mexe com questões orgânicas, como esses aspectos concretos também influenciam a maneira como nos sentimos em relação a algumas pessoas, o que elas nos despertam. A interação, portanto, é sempre recíproca.

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Amor e Paixão : O que ocorre no cérebro quando estamos amando?

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Amor e paixão: há diferença para o cérebro?

Em termos sentimentais, dizemos que a paixão é geralmente ligada aos primeiros momentos da ligação de um casal, a uma sensação de intensidade, enquanto que o amor é mais tranquilo, ponderado. Isso não significa que amar é um sentimento menor, é apenas um outro jeito de experimentar as coisas, de forma mais madura.

Quase todos os componentes neuroquímicos do corpo são mobilizados quando se trata de sentimentos como a paixão e o amor. Se em termos de sentir as duas coisas são diferentes – mesmo que se complementem – no quesito cerebral não seria diferente.  A paixão é o movimento inicial que mexe bastante conosco, o amor é a estabilidade conquistada.

O corpo de quem ama fala

Quem nunca viu alguém por quem estava apaixonado e logo sentiu o coração bater mais rápido, a mão suar, aquele frio na barriga? Essas sensações corporais tem tudo a ver com o aspecto emotivo. Principalmente na paixão, hormônios ligados ao stress são acionados, como o cortisol. A adrenalina, também ligado ao bem-estar, é outro componente lançado com maior intensidade para a corrente sanguínea. Essa é uma das explicações para aquele coração acelerado, tão típico dos apaixonados, que acaba deixando-os até mesmo desajeitados, sem saber bem o que fazer.

Se o cérebro e seus componentes se modificam ao sentirmos algumas emoções, isso não seria diferente com nossas reações no corpo. A adrenalina junto com a noradrenalina possui uma grande responsabilidade por isso. Veja que a intensidade é vivenciada não apenas na mente ou no coração, mas também no cérebro.

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Amor e Paixão : O que ocorre no cérebro quando estamos amando?

Recompensa e bem-estar

O amor romântico ativa regiões cerebrais ricas em dopamina, que está bastante relacionado à nossa sensação de bem-estar. Isso foi observado a partir de estudos em que pessoas viam fotos de quem elas amavam e, então, um scanner cerebral monitorava o que ocorria nesse órgão. O sistema límbico é um dos maiores responsáveis pelas emoções, tanto as primárias, mais primitivas, como a sede e a fome, como também pelas chamadas emoções secundárias: e aí entra o amor, além da amizade, da ansiedade, entre outras.

Além disso, o sentimento de amor também está ligado a mecanismos de recompensa do corpo, um circuito neuronal muito importante para o nosso desenvolvimento como seres humanos, de direta influência no comportamento. Quando dizemos que o amor é que nem uma droga, cientificamente estamos falando desse sistema de recompensa que é ativado quando sentimos algo prazeroso por alguém: amar e ser amado.

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amor-e-paixao-noivasdobrasilO amor cura

A paixão estimula com maior intensidade determinados neurotransmissores. Além dessas modificações químicas, algumas áreas do cérebro também passam a funcionar de maneira diferente, o que traduzindo na linguagem das emoções, é aquela sensação boa de amar alguém. Pois é, a ciência comprova aquilo que já percebíamos: amar não é benéfico apenas para o amado, mas também para quem ama.

É por isso que muita gente acredita – e, sim, com razão! – que o amor pode ter poderes curativos, servindo não apenas como remédio mental, mas também para aspectos da nossa saúde física. Afinal, devemos sempre lembrar, corpo e mente estão ligados e integrados. Lembramos ainda que estamos falando da ligação entre físico e emocional. O amado  não precisa estar ao seu lado para que ele mobilize os componentes que fazem parte do seu cérebro. Basta você sentir.

 

Laços, hormônios e neurotransmissores 

A paixão mobiliza componentes neuroquímicos de forma intensa. Muitas vezes, no entanto, algumas áreas ficam menos ativas, como a responsável pela atenção. É o caso daquela pessoa que vemos flutuando nos pensamentos e logo perguntamos se por acaso está apaixonada.

O hipótalamo, que produz a oxitocina, é uma dessas áreas bem importantes para o que acontece dentro da gente. Ele regula principalmente atividades autônomas do corpo – a temperatura, por exemplo. Aquilo que é secretado na hipófise geralmente está sob responsabilidade dessa área. Falando nela, a oxitocina tem um papel fundamental na criação dos vínculos. Aquela sensação que estamos ligados a alguém e esse alguém também possui um laço conosco.

Ela é apelidada de hormônio do amor e, portanto, está relacionada com o estabelecimento de um vínculo forte com o nosso ser amado. Sabe quando mesmo longe um do outro o parceiro sente-se seguro, acolhido? A oxitocina possui grande participação nisso. Na relação mãe-bebê, por exemplo, é uma substância fundamental para essa ligação.

 

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Agora fala pra mim, é  paixão ou é Amor de verdade?

 

Beijos

 

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